quarta-feira, 29 de julho de 2009

La Isla Bonita

Vim aqui só desabafar uma saudade!...

Uma sexta-feira dessas fez um dia LINDO. Lembra do que é isso ainda, dia lindo? Sol? Eu sei, é difícil, principalmente pra quem está em SP nesse mês de julho. Não chovia tanto desde 1943!!! Quéisso, minha mãe nem era nascida ainda! Bom, divagações à parte, eu ia dizendo que estava um dia quente, com céu azulzinho. Eu estava dirigindo, blusinha sem manga e rabo-de-cavalo, e quando senti o sol batendo na pele, foi uma sensação tão boa!... Na hora, por uns segundos, eu me senti igualzinho a quando morava no sul... No litoral! Uma brisa morna com o sol nos ombros e nos braços e o céu azul lá na frente, e foi o suficiente pra acordar algo de floripano na minha mente. Eu quis mais daquilo...

E tem uma coisa, só quem me conhece bem vai saber como é curioso isso. Já quem não me conhece vai pensar "duh, grande coisa, saudade da praia eu sinto todo dia", mas é que durante muito tempo eu odiei sol! Queria mesmo era frio e mais frio. Ainda gosto do outono, do inverno, mas aprendi a gostar do sol também! Uma pena que tenha sido só nos meus últimos anos na Ilha - pois nos primeiros, eu lamentava estar numa cidade onde o "best feature" era algo que não me empolgava nem um pouco. Passei a curtir de uma hora pra outra, não me pergunte por quê, e não suportava ficar em casa se tinha sol! Ia pra praia sozinha, se não tinha companhia.

Agora, como estou longe, às vezes bate essa coisa, é quase uma urgência de comprar uma passagem e passar um finzinho de semana por lá, uma urgência mesmo. E não é pra ficar de turista não, mas fazer coisas bobas, simples e à toa, que só se faz quando se mora no lugar e por isso tem tempo de sobra pra perder... Tomar um café com pão de queijo na confeitaria do shoppingzinho da Lagoa, ir ao hipermercado Angeloni, sentar num banco do trapiche da Beiramar ou assistir ao Jornal do Almoço.

É que São Paulo às vezes fica muito grande, e pra poder olhar direito pra coisas muito grandes, a gente precisa tomar um pouco de distância.

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Notívaga incurável

Não adianta, não adianta.

Meu organismo simplesmente NÃO se adapta a essa coisa de dormir cedo e acordar cedo... Já me disseram mil vezes que é uma questão de acostumar, mas não acredito não, é difícil demais!!

Noite de terça eu decidi que iria ser uma boa menina, e iria dormir cedo, antes da hora que mamãe mandaria, se mamãe ainda mandasse em mim. Dez e meia eu fui pra cama, orgulhosa do meu bom comportamento e disciplina, fiquei quietinha, nem li, e dormi até bem rápido. Sabe o que aconteceu? Três da manhã eu acordei e não consegui mais dormir! Ai que raiva...

Depois de 40 minutos fritando na cama eu desisti, botei os fones e fiquei ouvindo o audiobook do Harry Potter 6 até amanhecer. Dormi, acordei atrasada, fui correndo para o trabalho e passei o dia todo caindo de sono. Definitivamente esse negócio de dormir cedo não é comigo.

Ah, sobre o Harry Potter, adoro os livros todos, li quando saíram, ou melhor, devorei, e os filmes, a partir do terceiro fui assistir sempre nas estréias. Em um deles fui de muletas. O sexto estreou ontem e eu ainda não fui ver, isso é raro... E como já faz um tempinho que li o sexto livro, estou relembrando a história pelo audiobook antes de ver o filme, o que, de quebra, me ajuda a manter o listening em dia. Inglês é uma outra paixão minha. Mais que Harry Potter e tanto quanto dormir tarde. Ou seja, imagina como eu ficava feliz da vida lendo Harry Potter em inglês até de madrugada, nas felizes épocas de lançamento, (que infelizmente acabaram em 2007)!...